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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Origem Histórica do Pastor Alemão

PASTOR ALEMÃO



País: Alemanha
Função Original: Pastor de ovelhas.
Origem:  Em meados de 1890, o jovem capitão da cavalaria alemã, Max von Stephanitz, idealizou um cachorro de porte médio, que poderia cuidar dos dois tipos diferentes de ovelhas que haviam na Alemanha, que seria extremamente inteligente, protetor, rápido, de aparência nobre, caráter confiável, tão disposto que poderia trabalhar até a exaustão e com desejo insaciável de servir. Um cão que tivesse como razão de existir, a companhia do homem.
Com esta idéia em sua mente, Stephanitz concluiu que deveria criar este cão ideal e torná-lo disponível para todos os pastores de rebanho da Alemanha. Prometeu a si mesmo que iniciaria um raça de cães de utilidade que se chamaria Pastor Alemão.
Max Emil Frederick von Stephanitz nasceu na Alemanha em dezembro de 1864, serviu como veterinário do exército, e seus conhecimentos sobre biologia, adquiridos na Faculdade de Berlin, foram de grande valor aplicados à criação de cães. Em 1898 foi promovido à Capitão da cavalaria e pouco tempo depois foi convidado a retirar-se do exército por ter-se casado com uma atriz.
Stephanitz experimentou a criação de seus pastores, aplicando várias idéias de que criadores ingleses utilizavam na época. Ele estava especialmente interessado em cães de pastoreio, por serem considerados verdadeiros animais de trabalho. Em 1899, ele assistiu um pequeno concurso de cães, onde encontrou e comprou Hektor Linkrsheim, e imediatamente mudou o nome do cão para Horand von Grafrath. Duas semanas depois, junto à seu amigo, Artur Meyer, fundaram o Verein für Deutsche Schaferhunde (SV), a sociedade de pastores alemães da Alemanha. Stephanitz tornou-se seu primeiro presidente e Artur o secretário. Mais nove homens juntaram-se aos dois como co-fundadores. Assim iniciou-se o clube que estava destinado a torna-se o maior clube de criadores de uma só raça de todo o mundo.
Horand foi o primeiro cão a entrar em seu livro de registro com o número SZ1 e tornou-se assim o primeiro Pastor Alemão registrado.


Temperamento: Inteligente e sensível, esse ilustre cão é facilmente adestrável. Amigo das crianças, corajoso, é usado largamente como cão policial e guia para cegos. é o maior exemplo da máxima "O melhor amigo do homem"

Utilizações: Por mérito de sua inteligência e qualidades morais, sua relação com o homem se manisfesta em diversas atividades: Pastor, mensageiro de guerra, salva-vidas, cão policial, guia para cegos. Notório cão de guarda, demonstra grandes reflexos e precisão nos ataques.
História : Também conhecido por Lobo da Alsácia, ou Deutscher Shäferhund, a sua história perdeu-se um pouco na memória coletiva, sabendo-se apenas que a sua semelhança com o lobo da Idade do Bronze sugere a pertença a uma linhagem ancestral. Especula-se se será descendente dos cães pastores existentes por volta do séc. VII, ou ainda se derivará do cruzamento de cães pastor com lobos.
Com o passar dos séculos, foi surgindo a necessidade de estabelecer uma tipologia que fixasse os diferentes padrões de cães existentes, até porque a industrialização ditou o fim de algumas atividades (tais como a caça ou o pastoreio) que outrora foram a razão de ser da criação de alguns cães alemães.
Em 1891, aparece na Alemanha uma Sociedade chamada "Phylax" que pretende precisamente padronizar e tipificar as raças de cães alemães. Este grupo de entusiastas não se manteve unido mais de 4 anos, mas constituíram o ponto de partida para a consciencialização daquela necessidade.
A formação moderna da raça é atribuída a Rittmeister Von Stephanitz que se empenhou no início do séc. XX ao apuramento do seu temperamento e constituição. Nos cruzamentos que efetuou, utilizou cães pastor, nativos de diferentes províncias alemãs, e pretendeu sobretudo privilegiar a inteligência e utilidade neste cão. Em 1882, estes cães aparecem pela primeira vez numa exposição e, em 1899, Rittmeister envolve-se na criação de um clube para a raça - Verein fur deutsche Schaferhunde.
Com a chegada da I Guerra Mundial, este criador pôde constatar o sucesso da sua estirpe, já que durante o conflito estes cães foram usados como mensageiros, em operações de salvamento e como cães de guarda pessoais. Ao contrário do que aconteceu com a maioria das raças, este conflito acabou por revelar-se positivo para a projeção deste cão, já que muitos soldados acabaram por levar alguns destes animais para casa.
Em 1913, surge nos EUA o German Shepherd Club of America e em 1919, o Kennel Club inglês concedeu à raça um registo individual. No entanto, esta estirpe adquire, por motivos políticos, outro nome: Lobo da Alsácia. Com o despontar da II Guerra Mundial, centenas de exemplares foram utilizados, não só para detectar minas, mas também para servir de mensageiros, guardas e sentinelas.
Após o período de guerra, a criação americana da raça começou a divergir do padrão típico alemão. Na Alemanha o número  destes cães diminui drasticamente, devido às mortes ocorridas durante o conflito e à falta de alimentos. Em 1949, começam a surgir nas exposições alemãs os primeiros exemplares com a qualidade a que outrora lhe era reconhecida.
A exportação da Alemanha para o Japão, Europa e América do Sul revelou-se promissora e, em 1977, foi-lhe retribuído o nome pelo qual o conhecemos hoje: Pastor Alemão.
Atualmente, este é um dos cães mais famosos em todo o mundo, reconhecimento atribuído justamente, não só pelas suas qualidades físicas, mas também pelo seu carácter multifacetado e, acima de tudo, corajoso e fiel ao seu dono.

Temperamento: O Pastor Alemão é uma das raças mais completas que existe. Altamente inteligente, obediente, corajoso e responsável, este cão tem vindo a desempenhar com eficiência as mais variadas tarefas: desde guardador de rebanhos, a cão de guarda, de salvamento, de companhia, exposição, polícia, estrela de cinema, mensageiro, etc, etc.
Daqui decorre que é altamente treinável, mas o seu apurado instinto de protecção pode torná-lo perigoso se interpretar mal alguma situação. Convém sempre que seja educado por pessoas experientes desde pequeno, por forma a tornar-se controlável em adulto.
Na sua relação com a família revela-se um amigo inesquecível: é sensível ao seu dono, calmo, mas presente. Lida bem com as crianças, mas não é muito compatível com outros animais de estimação (existem obviamente exceções).
Este Pastor agradece toda a atenção que lhe possa ser dada  porque não é um animal distante e aprecia estar bem inserido no seio familiar.
Observações: Esta raça tem uma esperança média de vida que ronda os 14 anos de idade. Infelizmente, existe alguma propensão para o desenvolvimento de displasia da anca, dermatites, torção gástrica e epilepsia.
A pelagem deve ser escovada diariamente por forma a eliminar o pêlo morto. Para evitar as dermatites, deve-se dar-lhe banho poucas vezes, até porque tal elimina a oleosidade natural da pele.
Deve praticar exercício físico diariamente (aproximadamente duas horas) de forma criativa e desafiante, já que estes cães necessitam de ser estimulados intelectualmente. Se tal for cumprido, estes pastores vivem bem dentro de casa.
O pastor alemão, ou lobo-da-alsácia, como é chamado em Portugal (ou não), é uma das raças de cachorro mais difundidas e estudadas ao redor do mundo, apesar de não ser considerada uma raça antiga.
Nome original

Deutscher Schäferhund

Outros nomes

German Shepherd

País de origem

Alemanha

Padrão FCI PADRÃO OFICIAL DA RAÇA

CBKC nº 166 de 4/1/95. FCI nº 166f de 5/5/94.

Cães de pastor

Número #166 - 23/03/1991.  Grupo: 1.
Seção: 1
País de origem: Alemanha.
Nome Original: Deutscher Schäferhund.  Outros nomes: German Shepherd Dog

Origem: Suas origens remontam do Paleolítico, época que os homens, durante as suas caçadas eram acompanhados por matilhas selvagens que se alimentavam dos restos dos alimentos na região da Turígia. Depois, no neolítico, na criação de ovelhas, os alemães necessitavam de um cão forte, movimentação rápida, um mínimo gasto de energia e uma inteligência excepcional, para proteger o rebanho de animais selvagens ou invasores, ou até mesmo que os ovinos invadissem plantações. Para essa função foi criada toda a família de cães pastores. Durante 3 mil anos, os alemães foram aprimorando seus cães de pastoreio ninhada por ninhada, até a seleção definitiva, em 1882 por Max von Stephanitz.

A Criação: O criador da raça que conhecemos hoje como Pastor Alemão foi o Capitão da Cavalaria Alemã Max von Stephanitz, que seleciou os melhores cães pastores da Alemanha, tendo cruzamentos até com lobos para aumentar seu tamanho e agilidade; chegando no cão perfeito, o primeiro pastor Capa Preta: Horand von Grafath, conhecido também como Hektor von Nürburgring, que foi apresentado pela primeira vez ao público numa feira de novidades 1882, em Hanover, Alemanha. Os descendentes de Horand mostraram todo as qualidades desejáveis num cão, e com isso, a raça ganhou um grande número de cães em pouco tempo. Em 1899 Max fundou a Verein für Deustcher Schaferhund, a sociedade que hoje é a maior do mundo em cães de uma só raça. Usado pelos alemães nas duas guerras mundiais, como mensageiro e cão de alarme, foi odiado pelos ingleses e franceses, foi proibido de entrar em alguns países por um tempo e teve seu nome trocado para Pastor Alsaciano, uma vez que era considerado inadequado um nome que evocasse lembranças ruins da guerra contra os alemães. Somente em 1930 o kennel club autorizou novamente o nome Pastor Alemão. Hoje está entre os três cães com maior número de registros de pedigrees em quase todos os países de cinofilia adiantada. É a raça mais conhecida e difundida no mundo todo.
As Qualidades e Aptidões: Max von Stephanitz jamais selecionou cães apenas por estética ou aparência e porte físico, a não ser que as belezas externas refletissem as belezas internas. Em razão disso, o Pastor Alemão é a única raça que consegue reunir tantas aptidões, como cão pastor, cão de busca e salvamento e também farejador, graças ao seu olfato extremamente desenvolvido, guia de cegos, por sua inteligência e docilidade, cão de companhia por sempre estar querendo agradar o dono, cão de polícia, cão de guerra, e finalmente para guarda por sua agilidade no ataque e latido prolongado. São por esses e outros motivos que o Pastor Alemão é o maior exemplo da máxima: O cão é o melhor amigo do homem

Padrão de Cores Descrição : A altura no topo das espáduas do Pastor Alemão pode variar nos machos entre os 60 e os 65 cm e nas fêmeas entre os 55 e os 60 cm. O seu peso oscila entre os 33,7 e os 42,7 Kg.
A sua pelagem é de comprimento médio, lisa e rija. Possui um subpêlo denso e espesso. Todas as cores são permitidas, exceto o branco, desde o cinza ferro até o preto inteiro.  As cores permitidas são: o preto uniforme ou cinzento; a sela preta com marcas de fogo ou dourado a cinzento claro; o cinzento com marcas mais claras ou castanhas. . A Variedade capa preta é a mais comum.
A cabeça é proporcional ao corpo sendo a testa um pouco convexa. As orelhas largas na base, eretas e voltadas para a frente (os filhotes até aos seis meses podem ter as orelhas um pouco caídas). A sua dentadura é forte e a mordedura é em tesoura. Os olhos são de uma expressão inteligente e viva, amendoados, de cores escuras e nunca salientes. O seu corpo é retangular compacto, musculoso e robusto. O pescoço é relativamente comprido, o dorso é reto e o lombo é largo, forte e curto. As patas são musculosas e as coxas largas e robustas. A cauda é coberta de pêlo espesso e chega até ao jarrete quando o animal está em repouso.

Filhotes: Nascem quase todos com a cor preta dominante. Peludos e com orelhas para baixo, devem estar naturalmente eretas até os 3 meses de idade. Caso elas não subam, pode significar deficiência nutricional. Caso elas não subirem, é recomendado colocar um talo feito em papelão cortado, de preferência no formato exato da cavidade auricular.  Eles são muito exploradores, por isso tome cuidado extra.

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